Archive for the ‘Cibermarketing’ Category

Delicious

O que é Delicious?

Delicious é um serviço gratuito de Social Bookmarks que surgiu no final de  2003,  desenvolvido por Joshua Schachter.

É uma rede social que permite conetar com outras contas que o usuário possa ter, adicionar um link, sendo que pode remover mais tarde caso pretenda, permite ainda instalar um bookmarklet.

Têm acesso direto com o facebook e o twiter sendo estas umas das formas de registar de forma fácil e rápida.

O Delicious oferece um serviço online, que permite adicionar e pesquisar bookmarks (favoritos) sobre qualquer assunto. Mais do que um mecanismo de buscas para encontrar o que se quer na web, é também uma ferramenta para arquivar, organizar e compartilhar os sites preferidos na web, seja video, imagem, produto, blog, artigo ou música. Permite lembrar e encontrar mais tarde, bem como aceder noutro lugar e adicionar em qualquer lugar.

É possível compartilhar bookmarks com os amigos e visualizar os favoritos públicos de vários membros da comunidade. Além disso, o Delicious pode ser usado para criar listas de presentes, para acompanhar websites que tem conteúdo e links dinâmicos, e ainda para pesquisas sobre qualquer assunto.

No delicious, o conteúdo é, também, organizado por tags.

É uma forma de compartilhamento com outras pessoas que partilhem os mesmos interesses. (Fonte: Wikipedia)

Utilização 

  • Serve para manter os links dos favoritos do utilizador (artigos, blogs, música, opiniões, receitas, entre outros;
  • Partilhar os favoritos do próprio utilizador com amigos, familiares e comunidade em geral;
  • Descobrir novas informações;
  • Depois, o utilizador ao partilhar os seus bookmarks publicamente, permite que outros os visualizem e os marquem como seus favoritos;
  • No entanto, o utilizador pode marcar favoritos no delicious como privados, sendo visualizados apenas por si.
Ferramentas
O Delicious contêm várias ferramentas, sendo elas:
  • Em “Discover”, o utilizador tem acesso aa novas informações.
  • Em “Network”, o utilizador conecta-se a outros utilizadores do serviço. O utilizador pode adicionar pessoas à sua rede e acompanhar as últimas ações de outros utilizadores. Quando um utilizador guarda novos bookmarks, pode compartilhá-los com outras pessoas da sua rede simplesmente clicando sobre um  nome de utilizador.
  • Em “Rebember” são visíveis as tags definidas pelo utilizador que o permitirão manter-se informado sobre todos os novos bookmarks salvos com tags que lhe interessam.
  • Em “Find  Friends”, permite ao utilizar encontrar os seus amigos do Facebook e Twitter.
  • Em “Add link”, podem inserir-se endereços considerados interessantes.
  • Existe também um espaço “settings” em que as alterações relativas à conta podem ser modificadas, definir bookmarks, tags, questões de privacidade do network.
No Marketing

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Na sociedade em que vivemos é cada vez mais importante o trabalho em equipa e a colocação do saber individual ao dispor e proveito do grupo, visto que a evolução dos saberes implica a constante atualização e capacidade de aprendizagem, a interação social e interpessoal deve ser privilegiada. (Cruz et al., 2007)
O delicious pode, fomentar a colaboração entre colegas de trabalho ao recolher e organizar bookmarks que são relevantes para todo o grupo e principalmente para os clientes.
Por exemplo, uma empresa pode criar uma conta e definirem-se tags sobre um produto ou outro assunto relevante.
 A partir daí, os clientes poderão visitar esses favoritos e podendo assim conhecer melhor os interesses dessa marca.

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Webmarketing e Cibercliente: o Marketing em tempos de «4Ps + 2Ds + 4Cs»

Palavras – chave:

Webmarketing; marketing interativo; marketing direto; cibercliente.

Referências

RUBLESCKI, Anelise. Webmarketing e cibercliente: o Marketing em tempos de “4Ps + 2Ds + 4Cs”. pág. 1-11.

No âmbito da unidade curricular de cibermarketing, analisei o artigo “Webmarketing e Cibercliente: o Marketing em tempos de «4Ps + 2Ds + 4Cs»”.

O artigo tem como objetivo estudar o webmarketing e as características dos novos consumidores, designados de ciberclientes. Considerando que o cibercliente é o resultado de esforços no sentido dos 4P’s do mix de marketing tradicional (Produto, distribuição, comunicação e preço), de 2D’s com interatividade proporcionada pelas bases de dados (diálogo e database), e de 4 C’s, correspondente à prespetiva e necessidades dos consumidores atuais (necessidades e desejos do cliente, custo para o consumidor, conveniência e comunicação).

O database permite gerar informações importantes sobre o cibercliente, nomeadamente, quem são, onde estão, quais as suas necessidades, o perfil, o histórico de relacionamento e as suas expetativas, permitindo que a empresa conheça melhor o seu cliente, de forma a poder aplicar os melhores recursos.

Nas últimas décadas o desenvolvimento da sociedade leva ao aumento das empresas, bem como a publicidade, temos então o marketing de massas, designado pelos 4P’s, em que o foco era atingir o maior número de clientes, sem nichos ou segmentação de mercado, tendendo a satisfação dos desejos e necessidades dos consumidores por um produto.

A relação estabelecida era de uma empresa para um cliente de cada vez, tratando-se assim do Marketing One to One. Os recursos tecnológicos, designadamente a internet vieram permitir às empresas efetuar atividades comerciais no âmbito global, com novas funcionalidades, permitindo uma melhor interação entre o cliente/consumidor e a empresa, ou seja, interatividade, que surge no marketing eletrónico, como uma combinação de ferramentas do marketing tradicional.

O marketing interativo possui uma nova funcionalidade, que é a de estabelecer diálogos contínuos com os clientes. O marketing Interativo permite diversas ações, nomeadamente, a identificação de dados relevantes dos clientes e público-alvo; a exploração de relacionamento para transformar público-alvo em clientes; constrói e mantem a fidelidade dos clientes ou consumidores; possibilita clonar clientes reais a partir do público-alvo e facilita a definição, analise e escolha das estratégias de contato.

Imagem  Antes de se pensar em fidelizar o cliente e estabelecer uma estratégia é preciso saber o que é o cliente para a empresa. Trata-se assim da análise B2C (empresa-cliente), ou seja, cibercliente. O cibercliente é aquele que sabe o que quer, como quer, quando quer e é exigente, este também têm acesso a toda a informação.

A comunicação na webmarketing e a interação torna-se num diálogo estabelecido graças aos bancos de dados. A estratégia de marketing vai mais além dos 4P’s tradicionais, passando a compor-se também por 2D’s, o Diálogo e a Data Base.

No século XXI a mais valia é o cliente, e por isso o marketing deve de ser pensado na prespetiva do consumidor. A interatividade para além de permitir o diálogo permanente com o cibercliente, também é mais exigente, informado e apto de analisar o que evidencia propostas boas ou enganosas.

Vilha e Di Agostini, propõe que as ferramentas de marketing devem buscar quatro benefícios para o cliente, os designados de 4C’s.

A webmarketing tem como vantagens: essência interativa, em que a internet é simultaneamente um canal de vendas e um meio internet-marketing-fort-lauderdale-fl-33316-usa-marketing-onlinede comunicação; métricas, em que na internet tudo pode ser testado antes de ser implementado; flexibilidade, a mudança, correção ou cancelamento de uma campanha, ganha um dinamismo maior; custos, por contato entre cibercliente e marca tende a ser zero; conhecimento sobre o consumidor, sempre que o consumidor visita um site e utiliza um serviço online deixa pegadas que podem ser transformadas em informações de marketing; simplificação dos processos, o número de respostas e participação do consumidor são potencializadas em função da facilidade; performance, a web oferece uma grande quantidade de contactos entre a marca e o consumidor; segmentação, é o agrupamento dos consumidores, conforme as características de cada um; poder de convergência, só a internet permite ser integrada em tempo real, com difusão de imagens e sons e por último, um novo estímulo de mercado, que corresponde ao facto de a internet ter feito surgir uma nova categoria de anunciantes que precisam de soluções one to one intensamente.

O webmarketing é então o desenvolvimento do somatório dos 4P’s + 2D’s + 4C’s, trata-se de um novo composto de marketing, onde a era das vendas passa para a era da prestação de serviços. As empresas têm de se adaptar a um marketing interativo. A separação entre o produto e serviço é cada vez menos.

O papel das TIC na reconfiguração do marketing estratégico das empresas portuguesas

Palavras – chave:

Internet, informatização, customização, estratégia relacional

Referência:

 MARQUES, Alzira & COELHO, Arnaldo. (2003) “O papel das TIC na reconfiguração do marketing estratégico das empresas portuguesas”. pág. 49-56.

No âmbito da unidade curricular de Cibermarketing, analisei o artigo “O papel das TIC na reconfiguração do marketing estratégico das empresas portuguesas”.

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O artigo aborda as mudanças que a interatividade e conetividade provocam nas estratégias de negócio, modificando assim a forma como as empresas se relacionam entre si e com os clientes. O estudo realizado baseia-se numa amostra de 191 empresas privadas que competem nos mercados B2B e B2C, tendo como objetivo averiguar as oportunidades de negócio criadas pela internet.

O uso das tecnologias da informação tem sido fulcral para identificar os clientes, diferencia-los, interagir com eles, customizar o marketing mix e partilhar o poder de decisão com os clientes, permitindo o aumento de uma lealdade duradoura.

O estudo realizado a partir da amostra das 191 empresas, averiguou que as empresas reconhecem o papel das Tecnologias de Informação e Comunicação na ligação com os clientes, como forma de competitividade, a partir disto, pretendeu-se conhecer o nível de informatização das empresas e analisar o grau de aproveitamento das TIC no marketing estratégico, bem como aferir as diferenças

entre as empresas B2B e B2C.

Pretendeu-se testar as seguintes hipóteses, na hipótese 1 se o nível de informatização varia em função das características demográficas e dimensionais das empresas; na hipótese 2 se as empresas estão a utilizar os sites para reconfigurar o marketing estratégico e as relações com clientes. Pelo que os resultados obtidos confirmam a hipótese 1, que a integração de novas tecnologias é maior nas empresas B2B do que nas empresas B2C.

As empresas que têm um site na Internet são as que possuem um maior nível de informatização.desenvolvimento-de-sites-internet-brasil

Uma vez que se averiguou que são as empresas B2B que mais reconhecem as TIC como fator de competitividade, bem como de informatização, pelo que serão elas a registarem um maior grau de transformação do marketing estratégico. No que concerne a qual das empresas utiliza mais o potencial interativo e conetivo da Internet, verificou-se através de uma aplicação de teste T para duas amostras independentes, entre as empresas B2B e B2C que há uma diferença significativa, nas dimensões de transformação de produtos e network de relações, pelo que as empresas B2B são as que mais exploram este nível.

Podendo assim se concluir que as empresas com sites na Internet foram bem-sucedidas.

Apesar das empresas reconhecerem a importância das TIC como fator competitivo e apostarem na criação de sites na Internet, não estão a fazer o suficiente para transformar o marketing estratégico. Sendo que a utilização das TIC é como alternativa às tecnologias da comunicação tradicionais, funcionando como meios publicitários. Exceto as empresas B2B que utilizam a Internet para desenvolver relações com os parceiros de negócio e com os clientes, mas este aspeto ainda é explorado de forma diminuta.

Verificou-se então que cerca de metade das empresas inquiridas possuem website, mas não aproveitam as oportunidades criadas pela Internet para reconfigurar o marketing mix e as relações com os clientes.

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